terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Oi NOVO SOM FAZ PARCERIA COM RESERVA+ PARA PROMOVER NOVOS TALENTOS E REVELAÇÕES DA MPB AO VIVO E NO FORMATO DIGITAL

 

Série de shows gratuitos com artistas e bandas do projeto Oi NOVO SOM será realizada em fevereiro no espaço cultural RESERVA+, do Arpoador, com transmissão online por live streaming no portal http://oinovosom.com.br

 

Parceria reforça estratégia da Oi de investimento em música

 

O portal Oi Novo Som, projeto inovador cuja proposta é incentivar as produções de bandas independentes, faz parceria com a Reserva+ para promover novos talentos e revelações da MPB ao vivo e no formato digital. Durante o mês de fevereiro, será realizada uma série de shows gratuitos no espaço cultural Reserva+, no Arpoador. Para os que quiserem curtir as bandas e não podem ir aos shows, as apresentações também serão transmitidas por live streaming, no portal http://oinovosom.com.br e estarão disponíveis no canal do Oi Novo Som no YouTube (youtube/oinovosom).

 

No dia 08 de fevereiro, o Reserva+ recebe os sambistas do Oi Novo Som Pedro Miranda, Alfredo Del-Penho, João Cavalcanti e Moyseis Marques, no projeto "Segunda Lapa". O repertório passeia por composições de cada um, que inclui inéditas, como: "O Badábabá do Talarico", de Moyseis, e a clássica "Nomes de Favela", do mestre Paulo César Pinheiro. De João, estarão lá "Mulato" e "Inconstante", gravada pelo seu grupo Casuarina. Já Pedro Miranda, escolheu "Pimenteira", faixa título de seu mais recente álbum, e "O samba é meu dom", de Paulo César Pinheiro e Wilson das Neves, entre outras. De Alfredo, terá "Caso encerrado". O live streaming estará disponível a partir das 20h.

 

 

Dia 15 de fevereiro é a vez de Pedro Veríssimo. O compositor gaúcho, também artista do Oi Novo Som, apresenta o projeto "Esboços", que agrega artes visuais e tecnologia à música. Nesse trabalho solo, Pedro Verissimo é acompanhado de Fernando Aranha na guitarra e pedais, Marcello Cals na bateria e Claudio Alves no baixo acústico. O show também poderá ser conferido porlive streaming às 20h.

 

 

E no dia 29/02, para fechar a série de apresentações de artistas do Oi Novo Som, no RESERVA+, estará a banda cearense"Eletrocactus", vencedora da região nordeste no concurso do projeto Mapa Nos Brasil 2001. Em meio à polifonia oriunda da mescla entre a música regional e a universal, a banda Eletrocactus elegeu o maracatu cearense como estandarte de sua proposta sonora. Contudo, o caminho rítmico seguido pela banda é o da hibridização de estilos, a partir da fusão de elementos harmônico-melódicos da música universal (rock, blues e jazz) com as bases sonoras da música nordestina. A banda é formada por Roberto César na voz, Gledson Rocha à guitarra, Gleucimar Rocha ao violão, Wesdley Vasconcelos ao contrabaixo e Mauricélio na bateria. A transmissão por live streaming começa às 20h.

 

A série de shows faz parte da estratégia da Oi de investimento em música. A companhia tem realizado diversas ações, que reforçam o seu posicionamento de uma empresa que tem a música no seu DNA. Recentemente, a Oi lançou a nova url do portal Oi Novo Som. Os artistas que quiserem mostrar o seu trabalho ou usuários que estiverem interessados em conferir e apreciar essas produções podem acessar www.ouve.ai/(nome da banda).

 

"A Oi antecipa tendências e oferece programação e serviços inovadores para fomentar o universo musical", afirma Roberto Guenzburger, diretor de Produtos e Mobilidade da Oi. Entre as iniciativas promovidas pela companhia, também está o Oi Rdio. Lançado em novembro de 2011, o serviço apresentou ao Brasil um novo jeito de consumir música, muito mais interativo. Parceria com a americana Rdio, a novidade oferece um cardápio de 12 milhões de faixas, por streaming, permitindo que o cliente forme grupos de contatos, compartilhe músicas com amigos e acompanhe o que as pessoas estão ouvindo em outros países.

 

Sobre a Oi    

 

A Oi, empresa pioneira na prestação de serviços convergentes no país, oferece transmissão de voz local e de longa distância, telefonia móvel, comunicação de dados e internet. A Oi está presente em todo o território nacional. Em setembro de 2011, a empresa possuía 67,1 milhões de clientes. Deste total, 42,9 milhões estavam em telefonia móvel, 19,1 milhões em telefonia fixa, 4,8 milhões em banda larga e 330 mil em TV por assinatura.

 

Pelo quarto ano consecutivo, a Oi integra o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&F Bovespa, refletindo o alto grau de comprometimento da companhia com a responsabilidade social e a adoção de práticas gerenciais sustentáveis. A Oi participa também da primeira carteira do Índice de Carbono Eficiente (ICO2) da BM&F Bovespa.

 

 

Serviço:

 

- Programação

08/02 - Projeto Segunda Lapa

15/02 - Pedro Veríssimo

29/02 - Eletrocactus

 

- Local

Espaço cultural Reserva+

Av. Francisco Otaviano, 67 Loja E e F.

Arpoador

 

- Preço do ingresso

Gratuito

 

- Horário dos shows

20h

 

- Live streaming

20h - http://oinovosom.com.br20h

zhEsportes lança Game Gol do Gauchão

Jogo online simula cobranças de pênaltis com a narração do comunicador Pedro Ernesto Denardin


O site zhEsportes, da editoria de Esportes de Zero Hora, lança nesta terça-feira (7) o Game Gol do Gauchão (http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/esportes/pagina/gamegol.html), um jogo em que o internauta simula as cobranças de pênaltis em uma final de campeonato, em um duelo entre artilheiro e goleiro.

Com a novidade Game Gol do Gauchão, o torcedor pode escolher qual equipe irá defender e outra para ser a oponente, entre os 16 times na disputa do Gauchão Coca-Cola 2012. Além de praticar a habilidade com o mouse, os internautas terão suas cobranças narradas por Pedro Ernesto Denardin, comunicador da Rádio Gaúcha, uma das vozes mais conhecidas do Rio Grande do Sul. Para completar, ao final de cada disputa, é possível compartilhar o resultado com os amigos pelo Twitter.

Terça Jazz Itapema apresenta Funk Jazz

 

Na noite de hoje o público irá conferir o improviso do jazz com o swing da funk music, no The Double Seven, em Florianópolis

 

Hoje é dia de improvisar o jazz com a rítmica e dançante funk music. O Terça Jazz Itapema desta terça-feira (07), realizado pela Itapema FM, irá apresentar clássicos de Herbie Hancook, Jaco Pastorius, Joe Zawinul, Steve Wonder e Michael Jackson. O público confere o show a partir das 20h, no The Double Seven, em Florianópolis. 

 

Funk music é uma mistura do soul, jazz e R&B - Rhythm and blues – que se originou na década de 60, nos Estados Unidos. O repertório da noite será apresentado pelo quarteto formado por Leandro Fortes, (guitarra), Maycon de Souza (sax alto e tenor), Carlos Ribeiro Junior (baixo) e Martin Bustingorri (bateria).

 

SERVIÇO

O QUE: Terça Jazz Itapema – Funk Jazz;
QUANDO: Terça-feira, 07 de fevereiro, a partir das 20h;
ONDE: The Double Seven - Rua Bocaiúva, 2198, Centro;
QUANTO: R$ 10 – feminino | R$ 20 – masculino.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Carnaval de São Paulo ganha sua primeira arquibancada coberta no Anhembi

O Carnaval de São Paulo ganha uma exclusiva arquibancada coberta no Sambódromo do Anhembi. Em uma parceria com a agência de eventos BBHouse, a Band FM 96,1 promove com exclusividade a primeira Arquibancada Vip do Carnaval paulistano. O público poderá assistir aos desfiles das suas escolas do coração em um espaço coberto com almofadas fixas confortáveis, segurança e assistência médica.

Localizada ao lado da concentração das baterias, no setor J do sambódromo do Anhembi, a Arquibancada Vip Band FM terá open bar de chopp, água e refrigerante, além de praça de alimentação exclusiva. O público contará com vista privilegiada para as escolas de samba e a concentração da bateria, abadá personalizado e TVs de plasma que transmitirão os desfiles simultaneamente.

Os ingressos ainda dão acesso a shows no intervalo dos desfiles. O sambista e compositor Arlindo Cruz se apresenta no dia 17 de fevereiro. No dia seguinte, o show fica por conta do grupo Paralamas do Sucesso. A cantora Margareth Menezes faz o show de encerramento no dia 24 de fevereiro.

 

 

Arquibancada Vip Band FM 2012

Dias: 17, 18 e 24 de fevereiro de 2012

Horário: a partir das 20 horas

Local: Sambódromo do Anhembi – setor J

Venda de ingressos: www.arquibancadavip.com.br ou no Bar Brahma (Av São João, 677 – Centro).

Cachorro Grande abre programação da Fnac Porto Alegre em fevereiro

  
Lançamento do CD "Baixo Augusta", o sexto da banda, acontece amanhã e tem entrada franca

A Fnac e a Olelê Music convidam os fãs do bom e velho Rock para conhecer o aguardado novo álbum da Cachorro Grande nesta terça-feira, dia 2 de fevereiro, a partir das 19h30, na Fnac Porto Alegre, no BarraShoppingSul. Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Rodolfo Krieger (baixo), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (bateria) apresentam o CD "Baixo Augusta", sexto da carreira da banda. O pocket show será seguido de Sessão de Autógrafos, com distribuição de senhas meia hora antes do evento.

Sobre o novo CD:

Cachorro Grande – Baixo Augusta 
A Cachorro Grande gosta de fazer viagens no tempo. Já foram mods à medula no início de carreira, assim como tão Beatles quanto Stones nestes 12 anos de banda. Já flertaram com cada uma das décadas roqueiras desde 50 em "Todos os Tempos" (de 2007). E neste sexto disco de estúdio, Baixo Augusta, dá para traçar um fio condutor, que começa no Exile on Main Street, dos Rolling Stones, em 1972, e vai até Entertainment, do Gang of Four, de 1979. 
Dados os gostos de Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Rodolfo Krieger (baixo), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (bateria), poderia bem ser qualquer Stone. Mas Baixo Augusta tem aquele quê rasgado da assinatura mais forte de Keith Richards do que de Mick Jagger. Como a obra-prima de 72. 
Dados os gostos de Beto, Gross, Rodolfo, Gabriel e Pedro, poderia bem ser linha do tempo que segue por Primal Scream, Supergrass e Kasabian. Mas Baixo Augusta tem aquele bom gosto da batida no peito, do teclado synth e das linhas de baixo da gangue de quatro seminal do pós punk. 
E dentro dessa áurea faixa dos anos 70, ainda sobra para um rock de arena traçar costuras na receita. 
O tum-tum-tá da bateria de Gabriel acompanha o riff pesado e os brados de "Não Entendo, Não Aguento", que abre o trabalho. 
"Difícil de Segurar" sustenta tudo o que foi posto acima de característica stoniana no disco com o (talvez) melhor timbre de guitarras gravado este ano no país. 
Os cachorros dão uma guinada de 180º em "Tudo Vai Mudar", canção de Beto, Gross e Rodolfo, um quase synth-pop-rock de batidão de bateria e a linha de baixo em primeiro plano. O pós punk segue dominando na música que dá nome ao disco. 
Aliás, aqui vale abrir um parêntese para explicação do nome quase piada interna paulistana ao trabalho dos gaúchos. 
(A região mais próxima ao centro da famosa rua Augusta teve nos anos recentes a mudança de área dominada pela prostituição a região das casas noturnas alternativas mais descoladas da cidade. Os integrantes da banda moraram na região e o rock dançante é a trilha sonora dessa área da cidade. Fecho parêntese.) 
O clima synth, mas agora embalado em hard rock, volta em "Só Você que Não", música de autoria de Beto com Gabriel. 
Já a assinatura de Gross vem na belíssima balada, num clima 60´s byrdiano, "Corda Bamba". Você pensa que, dado o clima George Harrison, a seguinte, "Volta Pro Mesmo Lugar", igualmente leva o crédito do guitarrista, mas a levada indiana é composta pelo baixista Rodolfo. 
"Fantasma do Natal Passado" é mais uma balada sessentista, psicodélica e voltada aos Mutantes, agora composta p elo vocalista. O baixista Rodolfo também assina o hard rock dance-psicodélico "Surreal". 
O disco entra na reta final, com uma Power balada, "Cinema, e (mais) um rock blueseiro stoniano, "Mundo Diferente". São as duas canções mais longas do disco. 
Aí você conta o tempo (43 minutos), o número de faixas (11), vê a distribuição das mesmas e percebe que lá na frente os desgraçados já pensaram em seis pro lado A de um vinil e as cinco últimas para o Lado B. E você espera pelo vinil, que é o formato mais justo para um trabalho tão rico quanto atemporal como esse – contrariando tudo o que foi posto no início deste texto. 
E você por acaso não estava esperando distorção (mesmo que) em um texto da Cachorro Grande?

Por Luiz Cesar Pimentel

Mais em: www.cachorrogrande.com.br

SERVIÇO

Os Encontros na Fnac Porto Alegre - Fevereiro
Dia 7, Terça às 19h30 – Fórum
Lançamento de CD
Cachorro Grande

Reserva para Associados ao Cartão Club Fnac na Bilheteria da Loja.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Participações especiais são destaque em shows na segunda noite de Planeta Atlântida

Mais de 90 mil pessoas assistiram a shows dos maiores artistas nacionais e locais nas duas noites de festa na Saba, em Atlântida


Mais de 80 atrações distribuídas em sete espaços de shows fizeram a festa de mais de 90 mil pessoas durante os dois dias do Planeta Atlântida 2012 – RS. Pouco antes das 5h deste domingo, o inglês Taio Cruz encerrou as apresentações da edição deste ano do evento, realizado na sede da Saba Campestre, na praia de Atlântida, em Xangri-Lá.

Abaixo, um resumo do que aconteceu no Palco Central nos dois dias de festa.

Para obter fotos do evento, acesse www.glowpress.com.br/planeta (login: planeta2012 / senha: atlantida).

Sábado (4)

A chuva até que tentou atrapalhar, se intensificando na hora em que iriam começar os shows do segundo dia do Planeta. Mas não foi páreo para o reggae da Chimarruts, que abriu a maratona, muito menos para o vigor do NX Zero, responsável por um grande número de hits cantados pela plateia. A única música da banda paulista não acompanhada pela multidão foi "Em Comum". Porque era inédita.

Em sua quinta participação consecutiva no evento, o NX Zero fez o que quis com os planetários. Botou a molecada para suar com "Não É Normal", "Além de Mim" e "Pela Última Vez". Chamou Emicida (atração do Palco Pretinho Convida) para dividir os vocais em "Só Rezo". Acalmou os ânimos com as baladas "Cedo ou Tarde", "Onde Estiver" e "Cartas para Você" – esta última, entoada por Di Ferrero sentado à beira do palco. Quando todos achavam que nada iria superar este momento, o grupo surpreendeu com uma versão invocada de "Could You Be Loved", de Bob Marley, preparando o clima para a saideira. A despedida foi com "Razões e Emoções", que contagiou toda a sede da Saba Campestre, na praia de Atlântida, em Xangri-lá. Empolgado, o vocalista tirou a camiseta e se atirou nos braços do povo.

Antes da comoção causada pelo quinteto, a massa havia se aquecido com o ritmo gostoso da Chimarruts. Devoto do som jamaicano, o combo portoalegrense deu o pontapé inicial com "Iemanjá" e manteve o astral lá em cima com "Versos Simples" e "Pra Ela". A apresentação teve espaço também para covers, como "Stir it Up" (Bob Marley), "My Girl" (Temptations) e "Meu Erro" (Paralamas do Sucesso).

Homenagem à Legião Urbana no show do Jota Quest

Em seguida, o Papas da Língua brindou o público com os sucessos "Eu Sei", "Blusinha Branca" e "I Fall In Love". Em "Pingos de Amor", o funkeiro Buchecha apareceu no telão. E, dali mesmo, fez um dueto virtual com Sergio Moah no clássico composto pelo baiano Paulo Diniz em 1971.

Na sequência, o Jota Quest presenteou os planetários trazendo o guitarrista Dado Villa Lobos e o baterista Marcelo Bonfá, ambos ex-Legião. Ambos entraram após os mineiros desfilarem seu consagrado repertório e emocionaram a multidão com o tributo a Renato Russo, pela primeiro vez no Rio Grande do Sul depois de ser aclamado como um dos maiores momentos do último Rock in Rio. Com Rogério Flausino no papel de Renato Russo, bastou Dado executar os primeiros acordes de "Tempo Perdido" para a Saba Campestre inteira acompanhar a letra. Vieram ainda "Quase Sem Querer", "Eu Sei" (cantada pelo guitarrista), "Que País É Esse?" (defendida por Bonfá) e o grande final, com "Será".

Ritmo de Marcelo D2 e O Rappa empolgou o público

A atração seguinte, Marcelo D2, teria de se  sforçar para não deixar a peteca cair. Movido pela batida perfeita que adotou em sua carreira solo e pelas rimas irreverentes que o fizeram uma das figuras mais controvertidas de sua geração, o rapper fez a molecada decolar logo no início, com "Vai Vendo" e "A Maldição do Samba". Aí foi só questão de levar na manha, homenageando Bezerra da Silva e Beth Carvalho, esmerilhando nas esperadas "Mantenha o Respeito" e "CB Sangue Bom" e tirando onda com "Qual É".

O Planeta Atlântida continuou com a cara do Rio de Janeiro com O Rappa, de volta às turnês após um hiato de dois anos. A banda esbanjou intensidade, tanto no inflamado discurso social de suas letras quanto pelos novos arranjos para músicas conhecidas ("Minha Alma", "Pescador de Ilusões" e "Rodo Cotidiano"), tornando-as mais densas. Mesmo nas menos badaladas ("Barro"), sobressaía a usina sonora do grupo.

Para participar de "Me Deixa", o vocalista Falcão convocou Rogério Flausino, do Jota Quest. Em seguida, o baixista Champignon, do Charlie Brown Jr., subiu ao palco para mandar "Zóio de Lula", de sua banda. Nas mãos dos cariocas, a levada jamaicana original foi encorpada com a utilização de efeitos que preenchiam os espaços de sua espinha dorsal. Para fechar com a pulsação a mil, o grupo despediu-se com "Reza Vela".

Os gritos das garotas começaram assim que Luan Santana foi anunciado como a próxima atração. E só paravam quando elas acompanhavam o ídolo cantando "Meteoro da Paixão", "Química do Amor" e "Nega". Na hora de "Chocolate", o cantor puxou uma fã para o palco e deu bombom na boca dela. Para acabar com tudo, ainda emendou um medley com "Panamericano", "Sou Praieiro", "Não Quero Dinheiro" e "Ai Se Eu Te Pego".

Final explosivo com Taio Cruz

Taio Cruz não precisou de mais do que um DJ para justificar toda a fama que tem. Foi com o desafio de superar ou, no mínimo, igualar o neo-sertanejo que Taio Cruz pegou o microfone.  Enquanto do fundo do palco trás eram disparadas bases pré-gravadas de uma mistura de rap, R&B e eletrônica, ele enfileirava músicas com lugar garantido em qualquer pista de dança atual. Seu show encerrou a 17ª edição do Planeta Atlântida, que reuniu 90 mil pessoas na sede da Saba Campestre, em Xangri-lá, no litoral gaúcho. Filho de brasileira com nigeriano, o inglês já começou bombando com "Hangover", casada com outra paulada, "Break Your Heart". Daí em diante, foi uma sucessão de músicas sem pausa entre uma e outra, incluindo as estouradas "Troublemaker" e "Dirty Pictures" e culminando com o final explosivo de "Dynamite".

Sexta-feira (3)

"Ah, eu sou gaúcho!". O brado ecoou forte por toda a sede da Saba Campestre quando o expoente da música nativista Neto Fagundes executou o Hino do Rio Grande do Sul, abrindo o Planeta Atlântida 2012 na tarde de sexta-feira (3).

Refrescados pela chuva, os planetários recepcionaram Armandinho, com o carinho dedicado a um velho conhecido. Nem poderia ser diferente: o cantor nascido em Santa Rosa (RS) e radicado em Itajaí (SC) tem uma relação especial com o evento. Já participou de seis edições e, na de 2003, começou a despontar para o país. Visivelmente emocionado, ele brindou o público com uma apresentação arrebatadora.

Além dos hits que todos sabiam na ponta da língua ("Rosa Norte" e "Reggae das Tramanda"), Armandinho trouxe uma série de surpresas. Cantou em espanhol, citou Jimi Hendrix ao arriscar "Voodoo Child" na guitarra e chamou os catarinenses do Dazaranha e o conterrâneo Vitor Kley para juntarem-se a ele no palco. E, novamente, a multidão urrou "ah, eu sou gaúcho!". A vibração continuou em alta com "Toca uma Regueira Aí" e, para fechar, Armandinho mandou outro grande sucesso, "Semente".

A Fresno veio em seguida e deixou muito clara a sua alegria por estar ali. Não é para menos, pois a banda nasceu em Porto Alegre e cresceu no evento. Sua pegada roqueira incendiou a molecada com "Deixa o Tempo", "Revanche" e "Eu Sei". Para completar, dispararam um trecho do Hino Rio-Grandense, botando a gauchada em chamas.

A seguir, Lulu Santos uniu gerações e recordou músicas que fizeram sua fama nos últimos 30 anos – joias do quilate de "Toda Forma de Amor", "Quando Um Certo Alguém" e "O Último Romântico". De guitarra em punho, o veterano carioca chegou a se despedir em clima de zen-surfismo com "Como Uma Onda". A empolgação, porém, foi maior e ele voltou para a saideira de verdade, "Tempos Modernos".

Quem viu um novo começo de era foram os fãs do Charlie Brown Jr. Ou melhor, um recomeço: celebrando o retorno do baixista Champignon e do guitarrista Marcão, os santistas incluíram muitos clássicos da formação original no repertório. Logo de cara, descarregaram "Te Levar", "Zóio de Lula" e "Tudo que Ela Gosta de Escutar" – o que não deixou de ser também um tributo à trajetória da própria banda no festival, onde já tocou em 11 edições. Houve espaço ainda para o vocalista Chorão homenagear Bob Marley, com "Three Little Birds", antes de encerrar com "Papo Reto".

Ivete eletriza o litoral gaúcho na voltagem do carnaval baiano

De cabelo preso, vestido dourado e microfone na mão, Ivete Sangalo tocou as primeiras notas em um andamento lento. Soltou a voz, bem devagar: "Aceleraê..." Foi o estopim para, assim que a cantora apareceu em cena, o Planeta Atlântida reproduzir a energia do carnaval de Salvador. Sem abadá, mas com milhares de foliões pulando no litoral gaúcho.

Acostumada a encarar multidões, a baiana recheou seu show de hits do início ao fim, como "Chão da Praça", "Na Base do Beijo" ou "Sorte Grande (Poeira)", alternados com versões. A lista incluiu "Amor Igual ao Teu" (Cidade Negra), "Não Quero Dinheiro" (Tim Maia), "Abra Suas Asas" (Frenéticas), "I Love to Love" (Tina Charles) e "País Tropical (Jorge Ben). Entre uma e outra, ela atiçava a massa. "Eu queria estar aí no meio, o que vocês acham? Vou?", perguntou. Não dá ideia!

Antes de o sertanejo tomar conta do pedaço, o Capital Inicial lembrou que o rock sempre terá espaço no festival e no coração da juventude. Experiente, a banda investiu em um set list eficiente, que incluiu Clash ("Should I Stay or Should I Go"), Raimundos ("Mulher de Fases, com participação do guitarrista Digão) e, claro, os hinos dos brasilienses, representados pela quadra "Música Urbana", "Fátima", "Veraneio Vascaína" e "Que País É Esse?". O desfecho pendeu para o lado mais moderno do grupo, com "À Sua Maneira".

Sucesso internacional faz público vibrar com Michel Teló


Michel Teló
estreou no Planeta Atlântida com a moral na estratosfera. Tocou as conhecidas "Ei, Psiu, Beijo Me Liga" e "Fugidinha". Chamou Jonathan Correa, do Reação em Cadeia, para juntos cantarem "Me Odeie", da banda gaúcha. Na sanfona, reverenciou o regionalismo com as clássicas "Saudade da minha terra", "Canto Alegretense" e "Querência Amada".

Mas tudo funcionou como um prenúncio para o momento "Ai Se Eu Te Pego", introduzido pela exibição de imagens de celebridades e anônimos de diversas nacionalidades a cantando ou fazendo sua coreografia. Terminado o vídeo, Teló nem precisou cantá-la ao vivo, porque o público se encarregou disso. Como foi o responsável, também, por puxar a versão em inglês. Impressionado, o artista contou que só faltam dois países para a música chegar ao primeiro lugar na Europa.

Sean Kingston encerra primeira noite enfileirando hits

O rapper americano Sean Kingston encerrou a primeira noite do Planeta Atlântida mostrando porque está estourado lá fora. Acompanhado apenas por um DJ, o aniversariante – 22 anos completados nesta sexta-feira – entoou hit atrás de hit, fazendo as cerca de 50 mil pessoas dançarem como se já não estivessem há mais de 12 horas curtindo os shows
realizados na Saba Campestre.

Kingston já queimou um de seus trunfos na largada, com "Me Love", que cita "D'yer Maker", do Led Zeppelin. Mas havia outros ases na manga, descartados em "Letting Go" (na qual convidou oito garotas da plateia para subirem ao palco) "Eenie Meenie" e "Fire Burning". Valeu de tudo para manter o público aceso, até "Party Relock", do LMFAO. No final, ele mesmo puxou o "happy birthday", sendo seguido por um coral gigante.

 

Em anexo, foto do mosh do vocalista Di Ferrero do NX Zero (crédito: Eduardo Biermann/GlowPress) e vista aérea do Planeta na noite de sexta-feira (crédito: Franco Rodrigues/GlowPress).


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

WHERE’S MY WATER? DESTACA A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA POTÁVEL

A campanha de conscientização da Disney "Every Duck Counts" é lançada com doação de $50.000.

A Disney e a Conservation International (CI) lançaram uma nova campanha de conscientização que, por meio das versões gratuitas do popular jogo Where is my water?, ensinará aos jogadores a importância de preservar a água potável. Para a campanha 'Every Duck Counts', o Disney's Friends for Change (a versão internacional do programa Amigos pelo Mundo e Amigos Transformando o Mundo) e o Disney Worldwide Conservation Fund farão uma doação de U$50.000,00. Dessa maneira, os jogadores, que deverão juntar a maior quantidade de patos possível, se tornarão mais conscientes sobre o uso da água limpa e sua importância mundialmente, de um jeito divertido e inédito, por meio do jogo Where is my water?

 

Até o final de fevereiro, quem jogar as versões gratuitas on-line ou para dispositivos móveis de Where is my water? acessará informações interessantes sobre a água potável, além de conselhos de como poupá-la. Também serão fornecidas informações sobre as diferentes espécies que dependem dela nas áreas protegidas pela Conservation International. Where is my water? é um jogo simples e divertido, mas também desafiador, baseado nas leis da Física e que apresenta o crododilo Swampy e sua missão para conseguir que a água chegue limpa para poder tomar banho.

 

A doação será fundamental para a conservação dos ecossistemas de água potável, dos quais dependem milhões de espécies em todo o planeta. A iniciativa da Conservation International procura proteger os redutos de água potável, que são a fonte vital de mais de 126 000 espécies e mais de 500 milhões de pessoas.

 

"Para milhões de pessoas por todo o mundo, a água potável não é obtida simplesmente abrindo a torneira de casa. São muitas as vidas afetadas, anualmente, pela falta de água", disse Bart Decrem, General Manager da Disney Mobile. "Então, quem melhor do que Swampy, que passa os dias procurando água fresca, para nos ajudar nessa missão? Esperamos que a iniciativa fortaleça a conscientização dos milhões de jogadores de Where is my water? sobre a importância da água potável", acrescentou ele.

 

A Disney e a Conservation International vêm trabalhando juntas em diferentes projetos há vários anos. No final de 2009 realizaram um acordo histórico, quando a Disney anunciou a execução de dois projetos florestais no Peru e na República Democrática do Congo. Além disso, o Disney's Friends for Change apoiou oito projetos para a preservação da água potável alavancados pela Conservation International na África do Sul e no Reino do Camboja.

 

"A Conservation International acha incrível poder trabalhar com a Disney, apoiando diretamente a iniciativa da água potável e educando com criatividade os jogadores sobre a importância de proteger o fornecimento natural de água potável em nossa vida cotidiana", garantiu Jennifer Morris, vice-presidente executiva da divisão financeira e de mercados de ecossistemas da Conservation International.

 

Em reconhecimento à importância da proteção da natureza, a Disney e a Conservation International comprometeram-se a divulgar mundialmente a mensagem sobre a necessidade de proteger nossos recursos aquáticos naturais.

 

Em setembro de 2011, a Disney apresentou o crododilo Swampy, o primeiro personagem original do estúdio para dispositivos portáteis.  Desde o seu lançamento na App Store, da AppleWhere is my water? indiscutivelmente agradou a crítica e os jogadores, chegando ao primeiro lugar da App Store em mais de 67 países diferentes e se mantendo no topo da classificação por parte dos jogadores.  Desde então, Where is my water? ingressou no Android Market.

Conservation International (CI) — Sobre o alicerce de uma sólida fusão entre a ciência, o trabalho em conjunto e os resultados de campo, a CI busca promover a consciência sobre a responsabilidade das sociedades com respeito ao meio ambiente e à biodiversidade mundial para um futuro promissor da humanidade. Fundada em 1987, a CI está sediada em Washington DC e tem mais de 900 funcionários trabalhando em mais de 30 países e 4 continentes, com mais de mil associados em todo o mundo. Para mais informações, acesse www.conservation.org. Siga-nos no Twitter, em @ConservationOrg, ou no Facebook, emwww.facebook.com/conservation.intl.

Warner Home Video traz os lançamentos do mês de Fevereiro em DVD e Blu-ray

Sucesso de bilheteria nos cinemas, Quero Matar Meu Chefe chega em DVD e Blu-ray


Nick (Jason Bateman), Dale (Charlie Day) e Kurt (Jason Sudeikis) são três amigos com um problema em comum, seus chefes. O primeiro tolera passivo todas as provocações e grosserias do seu superior, interpretado por Kevin Spacey. Já Dale trabalha para Jennifer Aniston, uma dentista que insiste em assediá-lo, e Kurt tem como chefe Colin Farrell, um típico idiota que assumiu a empresa depois da morte do pai.

Pedir demissão está fora de seus planos e bater de frente não é a melhor opção. Após uma noite de muita bebida eles chegam à conclusão: o único modo de resolver o problema é matar os chefes. Certos de terem encontrado a solução ideal, os três vão em busca de um matador de aluguel.

O plano começa quando eles conhecem Jamie Foxx, um ex-presidiário que passa diversos conselhos e elabora um plano quase infalível. Perseguições em alta velocidade, destruição e muita desordem em busca de um único objetivo; se livrar dos chefes.

Quero Matar Meu Chefe chega às lojas em Blu-ray (R$ 69,90) a partir de 16 de fevereiro.

Ficha Técnica: Quero Matar Meu Chefe  
Título em português:
 Quero Matar Meu Chefe 
Título original: Horrible Bosses
País de origem: EUA
Ano de produção: 2011
Diretor: Seth Gordon
Elenco: Jason Bateman, Charlie Day, Jason Sudeikis, Jennifer Aniston, Colin Farrell, Kevin Spacey, Donald Sutherland, Jamie Foxx
Produtores: New Line Cinema / Warner Bros.Pictures
Faixa etária: 14 anos

Informações especiais para DVD 
Áudio: Dolby Digital 5.1: Inglês & Português
Legendas: Inglês & Português
Formato de tela: 16x9 Widescreen Anamórfico
Duração: 97 min. 
Número de discos: 1

Informações especiais para Blu-ray 
Áudio: DTS-HD Master Audio: Inglês 5.1. Dolby Digital: Português (Brasil)
Legendas: Inglês (Para deficientes auditivos), Português (Brasil) & Espanhol. Menu somente em Inglês
Formato de tela: 1080 pixels Alta Definição 16x9 2.4:1
Duração: 97 min. 
Número de discos: 2 Discos:COMBO (BLURAY+DVD)

Extras DVD
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Extras Blu-ray
- INFORMAÇÕES ESPECIAIS EM BLURAY
- MINHA CARREIRA MENOS FAVORITA                                                                                          
- SOBREVIVENDO A UM CHEFE TERRÍVEL                                                                                       
- SER UMA PESSOA MÁ É TÃO DIVERTIDO                                                                                      
- O MAKING OF DA TRILHA SONORA DE QUERO MATAR MEU CHEFE                                                      
- CENAS DELETADAS


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

COLEÇÃO ARTE & TECNOLOGIA DO Oi FUTURO CHEGA AOS 60 VOLUMES COM LANÇAMENTO DE LIVROS SOBRE WARHOL, LETÍCIA PARENTE E LENORA DE BARROS

"Warhol TV", "Letícia Parente" e "Relivro", de Lenora de Barros, serão lançados no dia 03 de fevereiro, no Oi Futuro do Flamengo, às 19h30

  • A artista Lenora de Barros estará presente no lançamento  

·         No ano em que o instituto de responsabilidade social da Oi completa 10 anos de existência, coleção Arte & Tecnologia consolida iniciativa precursora para a divulgação da tecnologia como ferramenta artística

O Oi Futuro lançará no seu centro cultural do Flamengo, no dia 03 de fevereiro, os livros "Letícia Parente", cobrindo três exposições da videoartista; "Relivro", que traz toda a obra de Lenora de Barros compilada pela primeira vez; e "Warhol TV", sobre a exposição homônima do maior nome da pop art, que foi recorde de público no Oi Futuro do Flamengo e de Belo Horizonte, levando 30 mil visitantes aos dois espaços. O volume traz um apanhado inédito no Brasil dos trabalhos televisivos de Warhol. A artista Lenora de Barros estará presente no lançamento.  

Os três livros fazem parte da coleção Arte & Tecnologia, um projeto do Oi Futuro, com patrocínio da Oi e da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, e produzido em parceria com editoras como a Contracapa e a Aeroplano. Com estes lançamentos, a coleção chega à marca dos 60 livros, consolidando uma iniciativa precursora e fundamental para a divulgação da tecnologia como ferramenta de produção artística.

"Quando o Oi Futuro criou a Biblio_Tec, primeira biblioteca especializada em arte e tecnologia do Brasil, percebemos imediatamente a ausência de publicações deste gênero no país, o que nos obrigava a buscar livros no exterior. Pensamos em estender nossa curadoria a registros das exposições que não fossem meros catálogos, mas livros de relevância. Com o tempo e o patrocínio da Oi, o projeto cresceu e passou a reunir, em alguns casos, todos os trabalhos de um artista", conta Maria Arlete Gonçalves, diretora de Cultura do Oi Futuro.

Com registros tanto de importantes exposições realizadas pelo Oi Futuro quanto da trajetória de artistas singulares, a coleção serve como fonte de conhecimento sobre a arte de nomes como Wally Salomão, Marcos Chaves, Adriana Varella, Carlos Vergara, Ivens Machado, Miguel Chevalier, Frederico Dalton, Sonia Andrade e Vicente de Mello, entre outros. Alguns nomes internacionais se destacam por terem, na coleção,  as primeiras publicações sobre seus trabalhos apresentados no Brasil  – caso de Pierre et Gilles e Tony Oursler. Ainda no front internacional, Gary Hill, Gabrielle Basilico e Nam June Paik, com "Vídeos 1961-2000", são pontos altos da coleção. No Brasil, um dos lançamentos mais recentes, sobre o poeta Wlademir Dias-Pino, traz seus poemas matemáticos, muitos nunca antes publicados, confirmando-se como referência única de um dos fundadores do concretismo.  

"LETÍCIA PARENTE"

"Letícia Parente" reúne três momentos da videoartista baiana de destaque na criação do audiovisual experimental no Brasil: sua exposição no Oi Futuro do Rio de Janeiro, de julho a agosto de 2011, que mostrou o conjunto de vídeos de Lenora, e o audiovisual Armário de mim; no Museu de Arte Moderna de Salvador, de julho a setembro de 2011, que exibiu a instalação De aflicti em montagem inédita e no Museu de Arte Contemporânea de Fortaleza, com as obras das séries território, casa, mulheres e corpo, inventariadas por Letícia, que misturam audiovisual, arte xerox e postal, objetos e instalações.

"RELIVRO" – LENORA DE BARROS

É a obra inédita, síntese dos 25 anos de atividade de Lenora de Barros, poeta e artista visual das mais inovadoras do Brasil, que usou múltiplos suportes como vídeo, performance poética, fotografia e instalação. Reúne imagens emblemáticas de grande parte da produção da artista como "Fogo no Olho", de 1994, "Já Vi Tudo", de 2005, "Há de haver Nada a Ver", de 1993, "Poema", de 1979, sua primeira obra, "Isso é Osso Disso", de 2010, que fez parte do projeto Poesia Visual, no Oi Futuro em Ipanema e "Procuro-me", de 2001.

"WARHOL TV"

Andy Warhol, "um filho da televisão americana", como conceitua Judith Benhamou-Huet, levou suas experimentações artísticas também à TV. O livro traz um ensaio com a cronologia da "história de amor de Warhol com a televisão", uma longa entrevista com Don Monroe, que realizou todos os programas de TV do artista, coletâneas de memórias sobre a relação do artista com o tema por personalidades como Pierre Bergé, fundador e diretor da casa de alta-costura Yves Saint Laurent, Bob Colacello, jornalista da Vanity Fair que trabalhou na Factory entre 70 e 83, Brigid Berlin, artista, musa e confidente de Warhol, entre outras. Todas essas curiosidades vêm embaladas por stills das obras apresentadas pelo Oi Futuro, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, e no Sesc em São Paulo em 2010, tais como "Warhol se diverte", Senhoras e senhores", Experiências com a televisão" e "Marcel Duchamp".

Fábio Junior, do Al Ahli, ainda estuda se continua ou não no Egito

Jogador brasileiro disse que nunca havia visto tanta brutalidade de perto

 

Ao vivo na Rádio Bandeirantes, Fábio Junior conversa com a mãe pela primeira vez após ter escapado ileso da pancadaria em um estádio de futebol no Egito.

Sem crédito no celular por causa do avançado da noite, o jogador brasileiro que atua no Al Ahli ainda não havia se comunicado com a família, em Sergipe. Depois de pedir benção para dona Tereza, o atleta que vive no Cairo disse que vai estudar se continua ou não no país ou se tenta voltar a jogar no futebol português.

A mãe já avisou: por ela, ele volta ao Brasil. O jogador que estava no estádio ontem durante o tumulto entre torcedores do Al Ahly e do Al Masry disse que está assustado e que nunca havia visto tanta brutalidade de perto.

A entrevista pode ser ouvida no site da Rádio Bandeirantes: http://www.radiobandeirantes.com.br/notas.asp?ID=569847